|
Bush defende programa de espionagem | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, defendeu seu programa de espionagem interna, que envolve escutas de pessoas suspeitas de envolvimento com grupos terroristas. Bush, falando durante uma visita a San Antonio no Texas, disse que programa é vital e necessário para proteger os Estados Unidos. O Departamento de Justiça americano abriu um inquérito para descobrir como informações a respeito do programa vazaram para jornais do país. Em dezembro o jornal New York Times relatou como a Agência Nacional de Segurança espionou dentro dos Estados Unidos sem autorização. Bush admitiu que ele autorizou atividades de vigilância depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. No domingo, o presidente americano disse a jornalistas, depois de visitar soldados feridos no Centro Médico Brooke do Exército, que a vigilância envolvia ligações telefônicas feitas de outros países para os Estados Unidos por pessoas associadas com a Al Qaeda. 'Legalidade' Respondendo às perguntas dos jornalistas, Bush disse que estava consciente da questão das liberdades civis e da violação da privacidade das pessoas. "Se um membro da Al Qaeda está ligando para você, queremos saber a razão. Estamos em guerra", acrescentou o presidente. Ele afirmou que a operação é legal e vital para evitar ataques terroristas e afirmou que o vazamento das informações sobre a operação "causou grande dano à nação". "Este é um programa limitado, cujo objetivo é evitar ataques nos Estados Unidos e, repito, limitado", disse Bush. Senadores republicanos e democratas afirmaram que estão preocupados com o programa que chamaram de "inadequado". A administração Bush afirmou que as escutas são legais e líderes do congresso receberam informações sobre o programa. Mas, no domingo, o jornal New York Times informou que James Comey, uma das mais importantes autoridades depois do então procurador-geral da república, John Ashcroft, se recusou a aprovar partes importantes da operação em 2004. O jornal relatou que Comey estava preocupado com a legalidade do programa e se recusou a prolongá-lo. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Inquérito apura divulgação de grampos nos EUA30 de dezembro, 2005 | Notícias Senado dos EUA rejeita renovações no Ato Patriota16 de dezembro, 2005 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||