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Rebeldes dizem na internet que mataram americano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo de insurgentes iraquianos divulgou uma mensagem pela internet alegando ter matado um refém americano. O grupo, que se apresenta como Exércio Islâmico do Iraque, havia divulgado um vídeo na terça-feira mostrando um refém que foi identificado como o consultor de segurança Ronald Schulz. A Casa Branca não confirmou a informação, mas o grupo disse que vai "mostrar as imagens (do assassinato) em breve." Em uma nota, o grupo chama Schulz de "porco americano" e "assessor do Ministério da Habitação" e diz que ele foi morto depois que o prazo de 48 horas estipulado na terça-feira expirou. Se o assassinato for confirmado, esta terá sido a primeira vez em um ano que um grupo rebelde mata um refém americano. Os irmãos de Schulz, Ed e Julie Schulz, fizeram um apelo aos seqüestradores nesta quinta-feira, durante uma entrevista coletiva em Fargo, no Estado de Dakota do Norte. Quatro missionários Ainda nesta quinta-feira, o ministro do Exterior da Grã-Bretanha, Jack Straw, fez um novo apelo pela libertação do ativista de paz britânico Norman Kember, um dos quatro membros da organização Equipes Pacificadoras Cristãs em poder de um grupo que se intitula Brigada das Espadas da Verdade. "Como eu disse antes, se os seqüestradores quiserem entrar em contato conosco, nós queremos ouvir o que eles têm a dizer. Nós temos gente no Iraque na região e eles estão prontos para ouvir dos seqüestradores", afirmou Straw. O apelo do ministro foi endossado por quatro cidadãos britânicos que ficaram detidos por três anos sob custódia americana na Baía de Guantánamo, em Cuba. Um deles, Moazzam Begg, disse à BBC que as imagens dos reféns em macacões de cor laranja o lembravam dos tempos que ele passou em Guantánamo. Além de Kember, que tem 74 anos, o grupo seqüestrou os canadenses James Loney, 41, e Harmeet Singh Sooden, 32, e o americano Tom Fox, 54. O seqüestro foi condenado por vários grupos muçulmanos sunitas por meio de uma declaração que dizia que esse tipo de ação prejudicava a imagem do Islã. Os seqüestradores chegaram a ameaçar matar os reféns até esta quinta-feira se prisioneiros mantidos nos Estados Unidos e no Iraque não fossem libertados, mas depois estenderam o prazo até este sábado, segundo a rede de TV Al-Jazeera. |
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