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Defesa de Saddam encerra boicote a julgamento | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os advogados que representam o ex-presidente iraquiano Saddam Hussein decidiram terminar o boicote que faziam contra o julgamento do ex-líder do Iraque. Eles haviam se recusado a participar do julgamento - que deve ser retomado nesta segunda-feira - depois que dois advogados morreram e outros receberam ameaças de morte. Mas, nesta quinta-feira, Issam Ghazawi, um porta-voz da equipe de defesa de Saddam, disse que eles voltarão ao tribunal em nome da Justiça, mesmo com problemas de segurança. Saddam está sendo julgado devido ao massacre de xiitas no vilarejo de Dujail, a 60 km ao norte de Bagdá, após uma tentativa fracassada de assassiná-lo. Retomada "Todos os advogados participarão do julgamento na segunda-feira. Eles tomaram a decisão de não deixar Saddam sozinho", afirmou Ghazawi à agência de notícias AP. "Os advogados são obrigados a participar do julgamento, apesar das sérias ameaças à vida deles, e eles querem fazer o trabalho que precisam." O ex-líder iraquiano está sendo julgado juntamente com sete integrantes de seu governo pelo Tribunal Especial Iraquiano, em uma sala dentro da chamada zona verde, no centro de Bagdá. Na quarta-feira, um grupo representando advogados da União Européia pediu que o governo iraquiano mude o julgamento para outro país por questões de segurança. |
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