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Merck é absolvida em caso de 'ataque cardíaco' por Vioxx | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A multinacional farmacêutica Merck foi inocentada por um tribunal de Nova Jersey nesta quinta-feira no caso de um homem que tomava o analgésico Vioxx e sofreu um ataque cardíaco em 2001. O júri disse que os médicos receberam alertas adequados sobre os possíveis riscos do medicamento e que o laboratório não cometeu fraude ao comercializar o produto. Advogados do funcionário dos correios americano Frederick "Mike" Humeston, de 60 anos, diziam que o ataque cardíaco sofrido por ele tinha sido causado pelo uso de Vioxx. Após a decisão da Justiça americana, o preço das ações da Merck subiram de US$ 2,09 para US$ 30,50 na Bolsa de Nova York. Texas Apesar de ser absolvida do caso de Humeston, a Merck ainda enfrenta outros 6,4 mil processos similares apenas em Nova Jersey. Em agosto, um tribunal do Texas condenou a Merck a pagar uma indenização de US$ 253,4 milhões à esposa de um homem que tomava o analgésico Vioxx e morreu enquanto dormia. O laboratório está apelando contra a decisão. O Vioxx começou a ser tirado de circulação pela Merck no ano passado, depois que estudos indicaram que o remédio aumenta a possibilidade de problemas cardiovasculares em pacientes que o tomam por mais de um ano e meio. Acredita-se que 84 milhões de pessoas em dezenas de países tenham tomado o remédio. |
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