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Fome pode atingir cinco milhões no Malauí, alerta ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Programa Alimentar da ONU informou que quase a metade da população do Malauí - algo em torno de cinco milhões de pessoas - pode precisar de alimentos, já que o país enfrenta a prior crise nas plantações de milho dos últimos dez anos. Períodos de seca e a falta de sementes e fertilizantes são apontados como os fatores que levaram a crise na safra de milho. O preço dos alimentos dispararam no país. Com isso, centenas de pessoas já estão buscando ajuda nas agências humanitárias. De acordo com o Programa Alimentar da ONU, as dificuldades estão sendo maiores do que o previsto. Planos Os planos iniciais eram de alimentar cerca de dois milhões de pessoas até abril de 2006. Agora, a previsão é de atender a quase três milhões de pessoas. O Programa da ONU confirmou que esta semana 29 crianças morreram no sudeste do país devido a doenças ligadas à desnutrição. Há informações de que parte da população do Malauí já está se alimentando apenas uma vez por dia. O Malauí não é o único país no sudeste da África a estar enfrentando problemas com a falta de alimentos. A ONU acredita que cerca de 12 milhões de pessoas na região vão precisar de ajuda internacional. |
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