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Polícia britânica liberta 19 supostas escravas sexuais | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia britânica libertou nesta sexta-feira dezenove mulheres que supostamente eram forçadas a trabalhar como prostitutas ao dar uma batida em uma casa de massagens na cidade de Birmingham, no norte do país. Uma porta-voz da polícia disse que as mulheres, que vinham da Grécia, Hong Kong, Itália, Japão, Letônia, Polônia e Turquia, eram trancadas a chave durante o dia e seus passaportes foram retidos. Segundo ela, três homens e uma mulher foram presos por suspeita de dirigirem um bordel. A operação foi conduzida na noite de quinta-feira por uma força-tarefa especial de cerca de 25 policiais femininas. Foi encontrada uma arma de fogo nas instalações que a polícia descreveu como um bordel. Havia uma cerca eletrificada na parte de trás do prédio. A Anistia Internacional recebeu bem a notícia da batida, mas pediu ao governo britânico que não deporte as mulheres, pois elas podem enfrentar ostracismo e perseguição em seus países de origem. A porta-voz da Anistia Internacional, Sarah Green, disse que não há proteção na lei para vítimas de tráfico de pessoas, que costumam ser classificadas como imigrantes ilegais e deportadas. |
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