|
Bush suspende restrições à venda de armas à Líbia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, suspendeu nesta quarta-feira algumas das restrições à exportação de armas para a Líbia, em mais um passo na reaproximação entre os dois países. Segundo a agência de notícias Reuters, um memorando de Bush à secretária de Estado, Condoleezza Rice, diz que o alívio das restrições serve à segurança nacional dos Estados Unidos. As proibições estavam em vigor porque até o fim do ano passado, quando o governo líbio anunciou o abandono do seu programa de armas de destruição em massa, o país era considerado por Washington um "Estado patrocinador de terrorismo". De acordo com informações da agência Reuters, um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca disse que o objetivo do alívio das restrições é "permitir que as companhias americanas possivelmente participem do programa da Líbia de destruir seus estoques de armas químicas". O governo americano já vem tomando medidas no sentido de normalizar as suas relações comerciais e retomar os investimentos na Líbia, o que pode permitir a importação de petróleo do país. A primeira medida foi a suspensão do embargo comercial no fim do ano passado, como recompensa à decisão do governo de Trípoli de renunciar ao programa de desenvolvimento de armas químicas, biológicas e nucleares. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||