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Tribunal manda mudar trecho da barreira de Israel | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Suprema Corte de Israel determinou que o governo mude a rota de parte da barreira que está construindo na Cisjordânia. Em decisão unânime, o tribunal disse que o governo israelense deve encontrar formas alternativas de dar segurança ao país que causem menos dificuldades aos palestinos perto da cidade de Qalqilya. A Suprema Corte se pronunciou em resposta a uma petição de moradores de cinco vilarejos palestinos. Os moradores reclamaram que ficariam isolados do resto da Cisjordânica palestina pela barreira, construída em território ocupado. A decisão tomada por nove juízes também critica o julgamento do Tribunal Internacional de Justiça do ano passado que concluiu que toda barreira é ilegal. 'Base factual' A Suprema Corte israelense disse que o Tribunal Internacional deu muito pouca atenção às preocupações de segurança de Israel. Para a Corte de Israel, o Tribunal Internacional decidiu sem ter tido acesso integral aos fatos. "As principais diferenças entre as conclusões derivam da diferença entre as bases factuais apresentadas perante o tribunal", diz a sentença. Israel alega que a barreira é necessária para impedir que militantes suicidas entrem no país. Os palestinos, porém, dizem que a barreira foi planejada para anexar território palestino a Israel. Mais de 600 quilômetros da barreira já foram construídos por Israel. |
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