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Produção de ópio cai no Afeganistão, diz ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Afeganistão registrou uma queda no cultivo e produção de ópio pela primeira vez desde a queda do regime do Talebã, segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU). A área de cultivo de papoulas para produção de ópio registrou queda de 21%, segundo o diretor do escritório da ONU para Drogas e Crime, Antonio Maria Costa. "Obviamente estamos satisfeitos, porque é o resultado da contenção dos fazendeiros, uma decisão ativa que é muito importante", disse Costa. O Afeganistão foi o responsável por 90% da produção mundial de ópio em 2004. A ONU temia que o Afeganistão se transformasse em um "narco-estado", se não conseguisse controlar o tráfico de drogas. O presidente afegão, Hamid Karzai, previa uma grande queda na área plantada com papoula em 2005. Em uma visita a Washington, no Estados Unidos, no início de 2005, Karzai afirmou que seu país reduziria a área cultivada com papoulas em 30% durante o ano. O governo do Afeganistão disse no domingo que o relatório da ONU mostra que o Afeganistão está fazendo progresso real em seus esforços para combater o cultivo da papoula para produção de ópio. A ONU afirma, no entanto, que o Afeganistão ainda é responsável por mais de 80% dos suprimentos ilegais de ópio no mundo. |
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