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Afeganistão discute formas de combate ao ópio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes do Afeganistão estão reunidos em Cabul para discutir formas de combate à produção de drogas ilegais no país – um problema que, segundo a ONU, contribui para a instabilidade local e ajuda a financiar atividades criminosas e terroristas. No encontro, que deve durar dois dias, as autoridades afirmaram que a produção de ópio do Afeganistão respondeu por 90% da heroína consumida na Europa, no ano passado. E estima-se que 7% da população afegã esteja envolvida na produção e no tráfico de ópio, ganhando praticamente o mesmo que agentes humanitários que trabalham no país. Segundo os líderes, há sinais de que o mercado de drogas ilegais ainda está crescendo. O governo do Afeganistão disse que está introduzindo medidas mais duras contra os produtores de ópio, mas um correspondente da BBC em Cabul afirmou que o sul do país já está bastante dominado por plantações de ópio e que pode ser tarde demais para as medidas darem reultado. Enquanto isso, ministros dos países do G-7, grupo formado pelas nações mais industrializadas do mundo, fizeram um apelo à comunidade internacional e aos líderes afegãos para eliminar a produção de ópio. |
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