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Atentado a bomba no sul de Israel fere ao menos 10 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ao menos dez pessoas ficaram feridas, algumas delas com gravidade, pela explosão de uma bomba em uma estação de ônibus na cidade de Beersheba, ao sul de Israel, na manhã deste domingo. Segundo a polícia e os serviços de emergência, a bomba foi aparentemente detonada por um suicida. Até o meio da manhã, nenhum grupo havia reivindicado a autoria do atentado. Testemunhas disseram que o autor do atentado levava uma mochila pesada e detonou seus explosivos ao ser questionado por um segurança. Segundo a agência de notícias Reuters, um porta-voz de uma companhia de ônibus relatou que o corpo do autor do atentado estaria na rua em frente à estação. Retirada Este foi o primeiro atentado suicida em Israel desde a retirada de 21 colônias judaicas da Faixa de Gaza e quatro da Cisjordânia, na semana passada. O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, havia defendido seu plano de retirada dizendo que ele ajudaria a melhorar a segurança de Israel. O ataque ocorre também três dias após o Exército israelense ter matado cinco palestinos em uma ação na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia. O grupo radical palestino Jihad Islâmico prometeu vingar as mortes. O último atentado a bomba em Israel aconteceu no dia 12 de julho, quando duas pessoas foram mortas na cidade costeira de Netanya. Há cerca de um ano, 16 pessoas morreram em Beersheba após explosões em dois ônibus cuja autoria foi reivindicada pelo grupo radical Hamas. Um porta-voz do governo israelense disse após o atentado deste domingo que as autoridades palestinas precisam dar passos decisivos contra o terrorismo se querem progressos nas negociações de paz. O negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, condenou o ataque. |
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