 |  Manifestantes |
O governo do Equador, empresas petrolíferas e manifestantes chegaram a um acordo para pôr fim à greve que causou a interrupção na produção de petróleo do país. As empresas prometeram investir mais dinheiro nas comunidades locais nas duas províncias mais afetadas pelo protesto. Elas assumiram o compromisso de contratar mais trabalhadores de Orellana e Sucumbíos e colocar dinheiro em obras de infra-estrutura e serviços de saúde e educação. O governo, por sua vez, anunciou que vai levantar o estado de emergência que declarou nas duas províncias. Mas o acordo não contempla uma outra exigência dos manifestantes: a de que o governo e os empresários se comprometessem a não entrar na Justiça contra os organizadores e participantes dos protestos. Vários trabalhadores foram acusados de realizar atos violentos contra instalações petrolíferas durante os protestos, que começaram em 14 de agosto. |