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Ministro renuncia no Equador em meio a protestos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Defesa do Equador, Solón Espinoza, renunciou ao cargo nesta sexta-feira. Ele não divulgou o motivo de sua saída do governo. A renúncia aconteceu no momento em que o governo equatoriano vive seu período mais difícil desde a posse do presidente Alfredo Palácio, em abril, após a renúncia de Lúcio Gutiérrez. O ministro da Economia, Rafael Correa, e o presidente da empresa estatal de petróleo, a Petroequador, Carlos Pareja, também pediram demissão em agosto. Além disso, protestos nas províncias de Sucumbios e Orellana, na Amazônia equatoriana, têm causado significativas reduções na produção de petróleo do país. Estabilidade Palácio já escolheu o general aposentado Oswaldo Jarrín para substituir Espinoza. A mudança de comando ocorre enquanto as Forças Armadas têm procurado incrementar seus esforços para tentar controlar os distúrbios na região amazônica. Os militares já retomaram o controle de um aeroporto e prenderam dezenas de pessoas, incluindo um prefeito. Os manifestantes afirmam que não têm sido beneficiados pela exploração de petróleo em Sucumbios e Orellana. A economia do país vem sofrendo com a suspensão das exportações pela Petroecuador. A ministra da Economia, Magdalena Barreiro, disse nesta sexta-feira que o governo equatoriano estava pedindo à Venezuela para que disponibilizasse fontes alternativas de petróleo. |
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