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Fogo em Portugal continua fora de controle | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cerca de três mil bombeiros estão lutando para controlar pelo menos 25 focos de incêndio que permanecem fora de controle em Portugal, devastando florestas no país. Os incêndios já queimaram mais de 140 mil hectares, área pouco menor do que a do município de São Paulo. As áreas mais atingidas estão no centro do país, onde o fogo já ameaça o entorno de Coimbra, a terceira maior cidade de Portugal. Um estado de emergência foi decretado na região. Nesta terça-feira, a polícia portuguesa encontrou o corpo carbonizado de uma idosa próximo a sua casa na cidade de Ourém. O número de mortos por causa dos incêndios florestais neste ano já chega a 15 (11 deles bombeiros). As altas temperaturas e os fortes ventos na região central do país estão ajudando a propagar o fogo. Além disso, Portugal enfrenta uma das piores secas das últimas décadas. Ajuda estrangeira Vários países da União Européia já enviaram reforços para ajudar os bombeiros portugueses, depois de um pedido feito pelo governo do país na segunda-feira. O ministro do Interior, Antônio Costa, disse que os incêndios são os mais devastadores dos últimos anos e que o país não poderia lidar com eles sem ajuda externa. Dois aviões de combate a incêndios foram enviados pela França na segunda-feira. Outro avião foi enviado pela Espanha. Cinco helicópteros da Alemanha e da Dinamarca, além de um avião da Itália, começariam a ser usados nesta terça-feira. |
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