|
Europeus se unem para combater incêndios em Portugal | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Vários países europeus responderam positivamente nesta segunda-feira a um apelo de Portugal por ajuda para combater vários focos de incêndios florestais em seu território. Espanha e França enviaram duas aeronaves para o lançamento de água cada uma. A Itália também contribuiu com um avião deste tipo. A Alemanha anunciou que vai enviar três helicópteros da polícia com especialistas para ajudar 2,7 mil bombeiros portugueses que combatem as chamas em 27 focos de incêndio em matas e áreas cultivadas. Pelo menos 15 pessoas já morreram em conseqüência dos incêndios, que destruíram 140 mil hectares de vegetação. As regiões central e norte de Portugal são as áreas mais afetadas e os moradores de vários vilarejos foram evacuados. O foco de incêndio mais intenso no fim de semana foi verificado em Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, 196 quilômetros ao norte de Lisboa. O presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, que está em férias no país, visitou as áreas afetadas por incêndios na região norte e prometeu apoio a sua terra natal. O porta-voz da Comissão Européia, Rupert Kreitemeyer, disse que o órgão organizou uma resposta coordenada para o apelo português. O ministro do Interior de Portugal, Antônio Costa, disse que os incêndios são os mais devastadores dos últimos anos e que o país não poderia lidar com eles sem ajuda externa. A situação se agravou por causa das altas temperaturas e fortes ventos. O presidente de Portugal, Jorge Sampaio, pediu união nacional para lidar com o problema e pediu a empresas que dispensem bombeiros voluntários do trabalho "porque nesta hora o país precisa do maior número possível de bombeiros". |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||