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Ex-líder da Ku Klux Klan é libertado sob fiança | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um juiz no Estado americano de Mississippi libertou sob fiança um homem de 81 anos condenado por matar três ativistas de direitos civis há mais de 40 anos. Edgar Ray Killen, um ex-pastor Batista e membro do grupo pela supremacia racial branca Ku Klux Klan, recebeu autorização para permanecer em liberdade enquanto está sendo avaliada uma apelação contra sua condenação por homicídio não-intencional. Killen ainda não pagou a fiança - sua família está tentando arrecadar os US$ 600 mil necessários. Até este ano ninguém havia sido condenado pela morte dos jovens ativistas, que morreram quando estavam tentando registrar eleitores negros no sul do país, onde vigorava o sistema de segregação racial. Só em junho Killen foi considerado culpado e condenado a 60 anos de prisão. O crime de 1964 chocou a opinião pública americana e deu novo impulso ao movimento pelos direitos civis no país. A morte dos três ativistas inspirou o filme Mississippi Em Chamas (1988), do diretor Alan Parker, estrelado por Gene Hackman e Willen Dafoe. |
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