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Gigante do ouro é processada por poluição na Indonésia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Newmont Mining, maior empresa mineradora de ouro do mundo, está sendo julgada na Indonésia por acusações de crimes de negligência na área ambiental. A subsidiária indonésia da empresa e seu diretor-presidente no país, o americano Richard Ness, são acusados de poluir uma região perto de uma mina na província de Sulawesi do Norte, 1,3 mil km ao nordeste de Jacarta. Ness pode ser condenado a até dez anos de prisão caso seja considerado culpado. O executivo e a empresa refutam as acusações e dizem que elas foram negadas por uma "quantidade substancial de evidências científicas". Lixo tóxico A Newmont já havia enfrentado alegações de poluição anteriormente, mas jamais elas haviam sido acompanhadas de acusações criminais. O caso também é uma rara oportunidade em que o governo indonésio leva uma empresa estrangeira à Justiça. Ness e a empresa são acusados de lançar conscientemente mais de 5 milhões de toneladas de lixo, incluindo substâncias tóxicas como arsênico e mercúrio, nas águas que banham uma ilha na província, causando doenças de pele e desordens neurológicas a moradores do local. Cinco funcionários da empresa foram detidos no ano passado como parte da investigação. Mas a Newmont afirma que, desde que começou a operar em Sulawesi do Norte, seguiu todas as regulamentações referentes à remoção de lixo da mina, que foi fechada no ano passado. |
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