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Itália prende quarto suspeito de ataques em Londres | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Justiça da Itália, Giuseppe Pisanu, anunciou nesta sexta-feira que foi preso na capital, Roma, um dos supostos homens-bomba que participaram dos quatro atentados fracassados de 21 de julho em Londres. Segundo a agência de notícias Reuters, Pisanu emitiu nota oficial dizendo que o suspeito era nascido na Somália mas naturalizado britânico e disse que a operação continua em curso. As informações sobre a prisão de Osman Hussain ainda estão desencontradas. De acordo com o site do jornal italiano La Repubblica, ele estava em uma casa perto da estação central de trem Termini, na casa de um irmão, onde também estava um cunhado. O mesmo jornal diz ainda que a polícia britânica passou o número do telefone celular do cunhado de Hussein para as autoridades italianas. Havia uma expectativa de se encontrar o cunhado, mas o próprio suspeito foi surpreendido em sua companhia. Mais cedo, a polícia britânica disse que prendeu dois dos suspeitos de serem os responsáveis pelas tentativas de ataque à estação de metrô de Oval, no sul de Londres, ao ônibus número 26, no leste da cidade. Um terceiro suposto homem-bomba já está sob a custódia da polícia depois que foi preso na cidade de Birmingham, no norte da Inglaterra. Yasin Hassan Omar era procurado como o homem que tentou explodir a estação de metrô de Warren Street, também no dia 21. A polícia isolou as áreas de Notting Hill e North Kensington (oeste da cidade), realizando três prisões na região. Duas mulheres também foram detidas em uma das maiores estação de trem da cidade, em Liverpool Street. Explosões Moradores do local disseram ter ouvido tiros e várias explosões, mas a polícia diz que não houve disparos durante a operação. Uma das testamunhas afirma ter visto a polícia tentando negociar com um homem, pedindo que ele deixasse uma das duas casas cercadas com as mãos na cabeça. Uma das testemunhas que presenciou a operação é Chris Stokes. "A polícia pediu para a gente evacuar a área e, cinco minutos depois, ouvimos três tiros em um bloco de apartamentos", contou. A Scotland Yard ainda não confirmou que tenha usado armas de fogo. Mas Allan Sneddon, que mora no bairro, confirma a história do vizinho. "Teve esse grande estrondo ... forte o suficiente para sacudir o chão". Jane Hughes, uma repórter da BBC que está no local, conversou com a polícia que, segundo ela, vem tratando a operação como algo "de grande significação". |
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