 |  Governo egípcio suspeitava de 6 paquistaneses por ação em Sharm El-Sheikh |
O embaixador do Egito no Paquistão, Hussain Haridy, disse que nenhum cidadão paquistanês esteve envolvido nos ataques a bomba da semana passada contra o balneário egípcio de Sharm El-Sheikh. Haridy afirmou num comunicado que em nenhum momento o governo do Cairo acusou paquistaneses de participar do atentado. Na segunda-feira, jornalistas na capital egípcia disseram que a polícia local havia divulgado fotos e informações sobre seis paquistaneses, sugerindo que eles eram procurados e estavam hospedados na cidade no momento das explosões. Quase 90 pessoas morreram nos ataques. Um carro-bomba explodiu perto do hotel Ghazala Gardens e outro na área do Mercado Antigo. Uma terceira bomba, que explodiu em um estacionamento perto do hotel, estava dentro de uma mala. A polícia interrogou mais de 70 pessoas a respeito dos ataques, e investigadores estão tentando descobrir alguma conexão com os ataques contra turistas em Taba, também no Mar Vermelho, que mataram 34 pessoas em outubro de 2004. Amostras de DNA estão sendo comparadas com aquelas de suspeitos detidos para estabelecer o possível envolvimento. |