BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 26 de julho, 2005 - 04h56 GMT (01h56 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
Coréia do Norte retoma negociações multilaterais na China
Os negociadores da Coréia do Norte, Kim Kye-gwan, e dos EUA, Christopher Hill
EUA só aceitam discutir tratado de paz com desistência do programa nuclear
A Coréia do Norte retomou nesta terça-feira as negociações sobre o seu programa nuclear com outros cinco países numa reunião em Pequim, na China.

O diálogo estava suspenso havia mais de um ano, depois que três encontros desse tipo terminaram em impasse, principalmente por causa de divergências entre Estados Unidos e Coréia do Norte.

Além dos Estados Unidos, China, Coréia do Sul, Japão e Rússia tentam convencer o governo norte-coreano a abandonar o programa de armas nucleares que já admitiu ter.

Em troca, o país comunista pede assistência econômica e garantias de não agressão.

O negociador-chefe representando Pyongyang, Kim Kye Gwan, disse que para que um acordo seja possível cada parte envolvida tem de demonstrar vontade política para afastar a possibilidade de uma guerra.

Já o negociador americano, Christopher Hill, reconheceu a soberania da Coréia do Norte e disse que os Estados Unidos não têm intenção de atacar o país.

A China, no papel de anfitriã, pediu flexibilidade de todos os envolvidos.

O governo norte-coreano exige um tratado de paz com os Estados Unidos – que substitua o armistício que pôs fim à Guerra da Coréia, em 1953 – e um pacote de ajuda econômica para congelar e posteriormente encerrar o seu programa nuclear.

Washington, no entanto, recusa-se a discutir qualquer pacto até que o país acabe com o programa nuclear e já indicou que Pyongyang pode sofrer mais sanções se a crise não for resolvida.

Outro fator complicador é a exigência do Japão de que a Coréia do Norte repatrie japoneses seqüestrados nos anos 70 e 80.

Pyongyang admitiu em 2002 ter seqüestrado 13 japoneses para treinar espiões norte-coreanos na língua e na cultura japonesas. Desde então, o país repatriou cinco vítimas, alegando que as outros oito morreram, mas Tóquio insiste que algumas possam estar vivas.

Coréia do Sul, China e Rússia temem que a insistência japonesa possa comprometer um acordo, mas Washington apóia a reivindicação do Japão.

66Em vídeo
Brasileiros se mobilizam após morte no metrô; assista.
66Últimas imagens
Veja as fotos do brasileiro morto pela polícia britânica.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade