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Coréia do Norte voltará a discutir programa nuclear | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Coréia do Norte afirmou neste sábado que concorda em voltar às conversações sobre seu programa de armas nucleares a partir de 25 de julho. O anúncio foi feito no mesmo dia em que a Secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, chega à capital chinesa, Pequim, para discutir o assunto. Rice tem buscado reavivar as conversações, que envolvem Estados Unidos, Coréias do Sul e do Norte, Rússia, China e Japão, interrompidas no ano passado. A China é um dos poucos aliados da Coréia do Norte na região e é vista como influente no caso, e afirmou que vai enviar um emissário de alto nível a Pyongyang na semana que vem. Segundo a agência de notícias norte-coreana, KCNA, a decisão de retomada do diálogo sobre armas nucleares se segue a conversações entre o vice-ministro das Relações Exteriores da Coréia do Norte, Kim Kye Gwan, e o subsecretário de Estado americano, Christopher Hill, na capital chinesa, Pequim, neste sábado. A Coréia do Norte se retirou das conversações há pouco mais de um ano e disse que estava estocando armas atômicas para se defender dos Estados Unidos, cuja política classificou como "agressiva". Os Estados Unidos querem que a Coréia do Norte desmantele seus reatores nucleares e pare de produzir armas nucleares, e de fornecer provas confiáveis de que está fazendo isso. Rice deve visitar Tailândia, Japão e Coréia do Sul assim que deixar a China. Em seu giro anterior pela região, em março, a secretária de Estado americana deu a entender que a Coréia do Norte pode enfrentar sanções se não chegar a um acordo sobre a questão nuclear. Mas desde então os Estados Unidos moderaram sua postura. |
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