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Diálogo com Coréia do Norte pode recomeçar em julho | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Coréia do Sul disse que a Coréia do Norte pode voltar às negociações internacionais sobre seu programa nuclear já no mês que vem. A declaração foi feita pelo ministro da Unificação sul-coreano, Chun dong-Young. Ele teve um raro encontro com o presidente da Coréia do Norte, Kim Jong-il, nesta sexta-feira. Segundo o ministro, Kim lhe disse que as negociações podem ser retomadas se os Estados Unidos reconhecerem e respeitarem a Coréia do Norte como um parceiro no diálogo. Política hostil Além das duas Coréias e dos Estados Unidos, as negociações também incluem a Rússia, o Japão e a China. Kim também disse que seu país jamais abandonou a mesa de negociações. Ele vem acusando os Estados Unidos de manterem uma política “hostil” contra a Coréia do Norte. As negociações do grupo foram congeladas há cerca de um ano. O diálogo visa convencer a Coréia do Norte a abandonar suas ambições nucleares. Chung entregou a Kim uma mensagem do presidente sul-coreano, Rooh Moo-hyun, prometendo ajuda econômica ao norte se o país optar por abandonar seu programa de armas nucleares. O ministro da Unificação foi a primeira autoridade sul-coreana a ser recebida pelo líder norte-coreano em mais de três anos. Kim raramente se encontra com visitantes de outros países. O seu acordo em fazê-lo desta vez tem importante significado político. Ele pode ter visto o encontro como uma oportunidade de melhor as relações com os vizinhos do sul num momento de crescente pressão dos Estados Unidos. Washington vem ameaçando adotar medidas mais duras para coagir o regime de Pyongyang a interromper seu projeto de ter a bomba atômica, caso a Coréia do Norte de recuse a retomar rapidamente as negociações. |
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