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Governo da Índia reitera que é dono do Taj Mahal | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Índia refutou as alegações da Comissão Sunita Waqf de que a fundação islâmica seria a verdadeira proprietária do monumento Taj Mahal. O ministro da Justiça indiano, H. R. Bharadwaj disse que a construção do século 17 é propriedade nacional da Índia e classificou as alegações de "infundadas". A fundação islâmica acredita ser a proprietária do Taj Mahal porque detém o controle sobre vários túmulos muçulmanos e é responsável por túmulos muçulmanos em todo o país. O Taj Mahal foi construído pelo imperador Shah Jahan para servir de mausoléu à sua amada esposa, a rainha Mumtaz Mahal. O próprio imperador também foi enterrado ao lado dela no monumento – tombado como patrimônio universal pela Unesco – que recebe anualmente milhões de visitantes. O Taj Mahal é administrado e mantido pelo Instituto Arqueológico da Índia (IAI), desde 1920. No entanto, a Comissão Waqf alega que o prédio vem sendo negligenciado, acusação refutada pelo governo. "Não há qualquer necessidade de outra instituição tomar conta do monumento, já que a IAI está tomando conta dele bastante bem", afirmou o ministro Bhardawaj. Se a Comissão Sunita Waqf conseguir levar adiante a sua demanda e se tornar proprietária do prédio, ela passaria, por lei, a receber 7% da renda. Estimativas dão conta de que a IAI fatura cerca de 190 milhões de rupias (quase R$ 11 milhões) com os cerca de 3 milhões de turistas que passam pelo Taj Mahal anualmente. |
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