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ONG muçulmana reclama a propriedade do Taj Mahal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma organização beneficente muçulmana da Índia reclamou a propriedade do mais famoso monumento ao amor do mundo, o Taj Mahal. A Sunni Waqf Board (SWB) controla todos os cemitérios muçulmanos no Estado de Uttar Pradesh, onde fica o célebre monumento de mármore. Segundo a organização, o Taj Mahal abriga vários túmulos muçulmanos além dos da realeza Mogul que construiu o monumento e, por este motivo, estaria sob sua jurisdição. Milhões de pessoas visitam o Taj Mahal todos os anos para apreciar a beleza do monumento construído no século 17 pelo imperador Shah Jahan para a sua amada rainha, Mumtaz Mahal. A SWB passou a cuidar dos cemitérios muçulmanos estaduais por decisão do próprio governo indiano. Participação nos lucros A organização notificou o departamento arqueológico da Índia e o governo central sobre sua posição e busca uma resposta sobre o assunto até o final de março. O diretor da SWB, Hafiz Usman, argumenta que a existência de uma mesquita e um túmulo dentro do complexo claramente traz o monumento para sua jurisdição. Usman disse que assim que a questão da propriedade for decidida, a organização vai exigir que 7% do total da renda de ingressos para o monumento sejam transferidos para seus cofres. A SWB também quer ter poder para auditar regularmente as contas do monumento e garantir que os recursos sejam usados adequadamente para a manutenção do edifício. Usman disse que a organização não reclamou a propriedade do monumento antes porque não queria causar controvérsia. O monumento existe há cerca de 350 anos. |
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