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Dalai Lama comemora o seu 70º aniversário | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Centenas de tibetanos exilados reuniram-se nesta quarta-feira na cidade de Dharamsala, no norte da Índia, para comemorar o aniversário de 70 anos de Dalai Lama. Um festival de música e dança será realizado até sexta-feira em homenagem ao líder espiritual, que deve discursar para a multidão presente. Dalai Lama conversou com jornalistas que estavam em frente a sua casa. Ao ser perguntado se a disputa entre o Tibete e a China será resolvida em sua vida, ele sorriu e respondeu: "Assim eu espero. Nós precisamos de paciência e determinação". Dalai Lama é reverenciado pelo povo tibetano como o seu líder espiritual. Nascido em 6 de julho de 1935 em uma família de agricultores no nordeste do Tibete, ele foi reconhecido aos dois anos de idade como a encarnação do 13º Dalai Lama, Thubten Gyatso. Desde então, ele tem vivido como um monge, rezando e meditando por muitas horas. Nobel Mas sua vida mudou dramaticamente depois que as tropas chinesas invadiram a região leste do Tibete, em 1951. Oito anos mais tarde, durante uma opressão sanguinária a um levante contra os chineses, Dalai Lama e seu governo fugiu. Em 1989, ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz por sua luta pacífica pela independência do Tibete. Desde que ele se exilou na Índia, o líder espiritual vem reivindicando maior autonomia para os tibetanos. No entanto, a China não parece que vai dar o "presente" que Dalai Lama tanto quer: negociar o futuro do Tibete. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Liu Jianchao, disse, na terça-feira, que o governo chinês não iria mudar sua posição e que o Dalai Lama deveria reconhecer o Tibete como parte da China. "Somente sob tais condições o governo central discute seu futuro", disse Liu. |
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