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Cúpula da África deve aumentar pressão sobre G8 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes de países que fazem parte da União Africana devem pressionar as nações mais ricas do mundo numa cúpula na Líbia. "A África tem vontade, mas não tem os meios", disse o ministro das Relações Exteriores da Somália, Abdullahi Sheekh Ismail. Nesta semana, na Escócia, o G8 - formado pelos sete países mais ricos do mundo e a Rússia - vai discutir a postura em relação à África. Mas o primeiro-ministro da Etiópia, Meles Zenawi, disse à BBC que é pouco provável que as nações ricas concordem em oferecer à África um "ambiente de comércio mais justo". Live 8 A cúpula da União Africa ocorre depois do Live 8, que reuniu milhões de pessoas ao redor do mundo em shows para pressionar o G8. "O G8 tem os meios e todo o suporte logístico. É muito importante que a vontade política seja combinada como os recursos que o G8 tem para ajudar a África", disse Ismail. "Há três problemas: a pobreza, as doenças e as situações de conflito. Então, o G8 deve tomar uma série de medidas para cobrir essas três necessidades do continente." O líder líbio, Muammar Kadafi, está sediando o encontro na cidade natal dele, Sirte. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, estará presente. A mensagem dele certamente será centralizada em como a África pode trabalhar com os países ocidentais para ajudar a resolver os problemas do continente. |
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