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Insurgentes não expulsarão EUA do Iraque, diz Bush | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, recebeu o primeiro-ministro iraquiano, Ibrahim Jaafari, nesta sexta-feira em Washington. Bush, que na próxima terça-feira fará um pronunciamento à nação sobre o Iraque em horário nobre na TV, disse que a "violenta e impiedosa" insurgência no Iraque será derrotada. O presidente dos Estados Unidos se negou novamente a anunciar um cronograma para a retirada das tropas americanas do Iraque. Ele se limitou a dizer que, eventualmente, as tropas sairão "de forma honrada". "O objetivo do inimigo é nos expulsar do Iraque - eles não terão sucesso", declarou Bush. Segundo ele, os avanços políticos em Bagdá levarão à vitória. Violência Jaafari disse que seu governo e forças de segurança iraquianas estão fazendo grandes avanços e que agora não é hora para recuos. Tanto Bush como Jaafari disseram esperar que um acordo sobre a nova Constituição do Iraque seja fechado até agosto. O correspondente da BBC em Bagdá Jon Leyne diz que o problema para os americanos e para o governo iraquiano é que o avanço político não está tendo impacto na violência no país. Ele acrescenta que, apesar de um grande número de iraquianos estar se oferecendo para trabalhar nas forças de segurança, não há sinais de que eles já tenham conseguido assumir por completo a segurança do país - fator-chave para a estratégia de longo prazo de Bush. Atentado Um atentado suicida contra as forças americanas em Falluja, no Iraque, matou pelo menos seis soldados americanos nesta sexta-feira e feriu outros 13. Entre as vítimas estão três mulheres. O militante suicida, com explosivos no corpo, se atirou contra um veículo que levava os americanos. |
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