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Chuvas de verão 'já mataram 536' na China | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Enchentes na China na atual temporada de chuvas no país já mataram 536 pessoas e forçaram mais de 1 milhão a deixar suas casas, de acordo com um anúncio feito nesta sexta-feira pelo o governo chinês. A situação é uma das mais graves no começo da estação de chuvas em uma década. As chuvas do verão (no hemisfério norte) chinês caíram mais cedo do que se esperava, e a cidade de Wuzhou, as províncias de Guangxi e Guangdong foram duramente atingidas. As piores enchentes no país dos últimos anos aconteceram em 1988, quando 4.150 pessoas morreram. Os rios transbordaram e deslizamentos de terra contribuíram para o grande número de mortos no sul do país, onde, apenas na semana passada, 97 pessoas morreram. Há 41 pessoas desaparecidas, segundo os meios de comunicação estatais da China. As autoridades disseram ainda que as inundações podem ainda não ter chegado ao seu auge. Seca Em Wuzhou, uma cidade com 300 mil habitantes, foram construídos botes improvisados quando a água atingiu os andares superiores dos sobrados. Cerca de 1,4 milhão de pessoas foram retiradas de suas casas, segundo as autoridades. Boa parte do território chinês é atingido por inundações anualmente, e a água avança rápido pois encostas que perderam sua vegetação sofrem deslizamento de terra e não agem como barreira. Estima-se que as enchentes tenham causado prejuízos de US$ 1,3 bilhão, diz a agência de notícias chinesa Xinhua. Já nas regiões central e norte, o país enfrenta altas temperaturas. A província central de Anhui vive uma seca recorde e na capital chinesa, Pequim, persiste uma forte onda de calor. |
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