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China raciona energia para evitar cortes | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As indústrias de Xangai, na China, devem começar a racionar energia nesta quarta-feira, como parte de um plano para evitar cortes de eletricidade durante o verão, que começa no final deste mês no hemisfério norte. Milhares de empresas devem transferir a sua produção para horários fora de pico ou simplesmente suspendê-la. Áreas fechadas como prédios públicos, hotéis, escritórios e shopping centers terão de diminuir a potência do ar condicionado. Outras cidades enfrentam problemas de racionamento semelhantes aos de Xangai já que a rede de eletricidade da China não tem conseguido arcar com o ritmo de expansão da economia do país. A situação geralmente piora no verão, quando o país precisa de mais eletricidade para abastecer os milhões de aparelhos de ar condicionado. Estima-se que o problema da energia possa cortar em até 2% o crescimento anual da economia chinesa. De acordo com o jornal Shangai Daily, a demanda de energia de Xangai pode chegar a 19 milhões de kilowatts – cerca de dois milhões de watts a mais do que a capacidade da rede energética da cidade. Xangai já comprou novos geradores para aumentar a sua capacidade e pretende comprar mais seis milhões de geradores. Em outra medida de racionamento, as autoridades aumentaram as tarifas para os horários pico para 4,5 vezes mais do que os horários menos usados. |
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