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Autoridade Palestina retoma pena de morte | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As forças de segurança da Autoridade Nacional Palestina executaram quatro homens neste domingo numa retomada da pena capital nos territórios palestinos. Estas são as primeiras aplicações de pena de morte na região desde 2002. Um porta-voz do Ministério do Interior, Tawfiq Abu Housa, disse que todos os quatro executados haviam sido condenados por assassinato. Eles teriam confessado os crimes num tribunal de Gaza. Três homens foram enforcados e o quarto foi fuzilado por um esquadrão. Críticas A pena de morte foi adotada pela Autoridade Palestina em 1994, mas sua aplicação acabou sendo suspensa pelo ex-líder palestino Yasser Arafat devido a protestos de grupos defensores dos direitos humanos. A retomada da pena capital deve ser criticada pela União Européia, a principal doadora da Autoridade Palestina, segundo analistas. Ativistas dos direitos humanos também expressaram sua preocupação com a volta da pena de morte, anunciada por Abbas em fevereiro. A ordem de execução foi assinada por Abbas no sábado. "Existe uma nova política para fazer vigorar a lei e combater o caos e a ilegalidade nos territórios palestinos", disse o porta-voz Tawfiq Abu Housa. Até este domingo, nove execuções haviam sido efetuadas desde a formação da Autoridade Palestina em 1994. |
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