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Governo de Israel liberta cerca de 400 palestinos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de Israel libertou nesta quinta-feira 398 prisioneiros palestinos como parte de um acordo de cessar-fogo negociado em fevereiro. O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, disse que libertaria 900 prisioneiros como parte de um acordo com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Pouco depois do encontro dos dois líderes, um total de 500 prisioneiros foram libertados. Mas Israel adiou a libertação dos demais prisioneiros, sob o argumento de que futuras libertações deveriam estar condicionadas a esforços dos palestinos para coibir ataques de militantes contra alvos de Israel. O primeiro grupo de palestinos foi libertado na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia. Eles foram levados de ônibus de Israel para a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Recurso A Suprema Corte israelense rejeitou recursos de grupos israelenses que se opunham às libertações dos palestinos. Mas Yuval Steinitz, o presidente dos setores de Defesa e Relações Exteriores do Knesset, o Parlamento israelense, qualificou a libertação como "absurda". "Os palestinos estão planejando ataques suicidas e nós estamos libertando prisioneiros", afirmou Steinitz. O governo israelense frisou que nenhum dos 400 prisioneiros que está sendo libertado matou ou feriu israelenses ou foi parar atrás das grades por ter realizado ataques contra alvos de Israel. Autoridades palestinas vinham pressionando Ariel Sharon para libertar 5 mil dos 7,5 mil palestinos detidos em celas israelenses. Sharon e Abbas devem se encontrar dentro de três semanas. Será a primeira reunião dos dois líderes desde que houve o acordo de cessar-fogo. |
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