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Bush e Blair dizem ter se aproximado de perdão para dívida de africanos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, disseram ter chegado próximo de um acordo para perdoar as dívidas dos países mais pobres da África. Eles propuseram cancelar as dívidas de 32 países, desde que combatam a corrupção e adotem reformas econômicas. Os dois líderes vão buscar apoio para seu plano junto aos países mais ricos do mundo, que participarão do encontro do G-8 em julho, na Escócia. Os Estados Unidos também prometeram mais ajuda em dinheiro para a África - mas muito menos que Blair queria garantir. Mais ajuda O correspondente da BBC Andrew Marr afirma que o premiê britânico espera que, no fim, Bush ofereça muito mais em ajuda direta. Numa entrevista coletiva conjunta nesta terça-feira, Bush prometeu US$ 674 milhões para ajudar a combater a fome na África - uma quantia que organizações humanitárias consideram "uma gota no oceano". O primeiro-ministro tinha dito antes que planeja convencer países ricos a aumentar suas atuais contribuições e ajudar a levantar US$ 25 bilhões extras em ajuda para a África. Os dois líderes também não conseguiram chegar a um acordo sobre mudanças no clima. Blair pretende destacar essa questão no encontro do G-8. Blair disse que ele e Bush têm diferenças em relação à questão e que eles esperam discutir mais sobre o assunto nas próximas semanas. Os Estados Unidos têm repetidamente se recusado a assinar o protocolo de Kyoto, que restringe emissões de gases considerados como os responsáveis pelo aquecimento global. |
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