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Justiça dos EUA rejeita maconha para uso medicinal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que as leis em pelo menos nove Estados americanos que autorizam o uso da maconha para fins medicinais não protegem os usuários de uma lei federal que proíbe o uso da droga. A decisão abre a possibilidade de que usuários de maconha para fins medicinais possam ser processados. A decisão da Suprema Corte, por seis votos a três, é uma vitória para o presidente George W. Bush. O governo Bush apresentou uma apelação à Suprema Corte contra uma derrota que sofreu em dezembro de 2003 em relação às leis sobre o uso da maconha. Casos A Suprema Corte decidiu que a lei federal se aplica no caso de duas mulheres seriamente doentes, que vivem na Califórnia - onde uma lei estadual permite o uso da maconha por razões de saúde. Angela Raich, que tem um tumor inoperável no cérebro e outros problemas de saúde, e Diane Monson, que sofre de dores nas costas, foram recomendadas por seus médicos a usar maconha. Monson planta sua própria maconha, e Raich recebe a sua de graça das pessoas que cuidam dela. O juiz da Suprema Corte Paul Stevens disse que a lei de 1970 é um exercício válido do poder federal do Congresso "mesmo se aplicada aos fatos complicados desse caso". Stevens também disse que o Congresso americano pode mudar a lei federal de forma a permitir o uso da droga por razões médicas. |
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