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Venezuela vai treinar civis militarmente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Funcionários da empresa estatal de petróleo da Venezuela vão participar, ao lado de cinco mil integrantes do Exército do país, de um exercício em grande escala de manobras militares. Os trabalhadores civis vão ser treinados para o uso de artilharia anti-aérea e bazucas anti-tanque, disse o porta-voz do Exército venezuelano, Raul Baduel. Funcionários da empresa já vinham reparando equipamento militar que precisava de manutenção. O presidente do país, Hugo Chaves, disse recentemente que os Estados Unidos se recusam a prestar assistência sobre a tecnologia comprada pela Venezuela antes de sua chegada ao poder, em 1999, incluindo aviões f-16. Invasão americana Ele disse, entretanto, que “amigos no exterior e o conhecimento de nossos profissionais” resolveram o problema. O general Baduel disse que a operação, que deve acontecer na próxima quinta-feira nas regiões central e norte do país, não deve ser “motivo de preocupação”. Ele disse que o exercício ajudará no planejamento de uma reação militar “cogitando a possibilidade de nosso país se encontrar nesta situação”. A Venezuela disse temer uma invasão americana no país. Os Estados Unidos se mostraram preocupados com a recente aquisição venezuelana de armas e a forte ligação do país com Cuba também é um ponto de discórdia entre os países. O governo de Chavez recentemente comprou helicópteros e cerca de 100 mil rifles da Rússia e barcos da Espanha. O Exército venezuelano conta com cerca de 90 mil reservistas. |
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