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Reformistas sauditas são condenados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal saudita condenou três ativistas a sentenças que vão de seis a nove anos de prisão por "estimularem revolta e desobedecerem a família real". Os três foram presos em março de 2004 depois de fazerem apelos para reformas e a mudança do país para uma monarquia constitucional. Eles foram acusados de usar de terminologia ocidental, causar instabilidade e arrecadar assinaturas para uma petição, entre outras coisas. O poeta Ali al-Demaini foi condenado a nove anos de prisão, Abdullah al-Hamed a sete anos e Matruk al-Faleh a seis anos. Eles se recusaram a fazer a própria defesa, reclamando que o julgamento estava acontecendo a portas fechadas. Representantes de grupos de defesa dos direitos humanos, parentes e repórteres foram barrados no tribunal. Retrocesso Correspondentes dizem que as sentenças marcam um retrocesso nas tentativas do país de promover reformas limitadas, que foram estimuladas pelos Estados Unidos depois que os ataques de 11 de setembro de 2001 foram supostamente cometidos por seqüestradores sauditas. "O governo da Arábia Saudita pode demonstrar sua liderança na região ao expandir o papel da população em determinar seu futuro", disse o presidente americano George W. Bush em fevereiro. Em abril, o grupo de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch pediu para que Bush levantasse a questão dos três ativistas em um encontro com o príncipe saudita Abdullah. Mas não se sabe se a questão esteve entre os tópicos discutidos no rancho de Bush, no Texas. |
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