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Operação saudita termina com 14 militantes mortos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As autoridades da Arábia Saudita informaram que 14 militantes islâmicos foram mortos nos últimos três dias em choques com as forças de segurança do país. A operação terminou nesta terça-feira, quando agentes sauditas invadiram uma casa onde estavam os militantes. Outros cinco teriam sido feridos e presos e um teria se rendido, segundo o Ministério do Interior saudita. Acredita-se que entre os mortos estejam dois dos homens mais procurados no país, Saud Homoud Al-Oteibi, número 1 da lista dos sauditas, e o marroquino Abdulkarim Al-Mejjati. Mejjati é suspeito de envolvimento nos atentados em Casablanca, no Marrocos, em maio de 2003, e em Madri, em março de 2004. Apoio a Bin Laden Os choques em al-Ras, ao norte da capital Riyadh, começaram no domingo de manhã, quando a polícia cercou a casa. Ainda de acordo com as autoridades sauditas, mais de 50 policias ficaram feridos no que foi descrito como uma das batalhas mais sangrentas entre as forças de segurança e os militantes do país. O analista da BBC Roger Hardy diz que o governo acredita que a presença americana no Iraque esteja alimentando o apoio ao dissidente Osama bin Laden dentro do país. Desde maio de 2003, quando 35 pessoas foram mortas num atentado em Riyadh, mais de 200 pessoas morreram em ataques contra alvos ocidentais na Arábia Saudita. |
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