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Operação dos EUA perto da Síria 'expulsa rebeldes' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As tropas americanas afirmaram no sábado ter acabado com a resistência de iraquianos na região noroeste do Iraque, na fronteira com a Síria. A chamada "Operação Matador" já durava uma semana e, segundo os militares dos Estados Unidos, matou mais de 125 insurgentes e nove americanos. A incursão contou com o apoio de ataques aéreos e de pelo menos mil soldados de infantaria. Em Bagdá, o diretor-geral de administração do ministério do Exterior, Jassim al-Muhammadawy, foi assassinado quando saía de sua casa. Antes do atentado a Muhammadawy, também em na capital iraquiana, pelo menos quatro pessoas foram mortas e dez ficaram feridas na explosão de um carro-bomba que se chocou contra um comboio da polícia. Nuvem negra O ataque aconteceu em frente ao antigo ministério da Educação. Vários veículos foram incendiados, e uma nuvem de fumaça preta cobriu a área. "Eu estava em um dos carros do comboio quando um carro nos ultrapassou e explodiu, ao bater no principal veículo de patrulha", disse o policial Mustafa Rasul à agência de notícias AFP. A maioria das vítimas eram civis que passavam pelo local, de acordo com a polícia. A Operação Matador mobilizou também soldados sírios. De acordo com testemunhas, os soldados americanos iniciaram a retirada uma semana depois do início da campanha e desmontaram uma ponte que fora construída para facilitar a travessia do rio Eufrates. Segundo os americanos, a operação acabou por ter atingido os seus objetivos de eliminar a resistência e cortar as rotas de tráfico e armas e guerrilheiros da Síria para outras regiões do Iraque. A Matador foi a mais longa operação desde a campanha em Falluja, em novembro do ano passado. |
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