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Parlamento europeu vota pela limitação da jornada de trabalho | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Parlamento europeu votou, nesta quarta-feira, pela remoção de uma cláusula da atual legislação trabalhista que permite que países da União Européia adotem jornadas de trabalho de mais de 48 horas semanais. Caso as mudanças propostas sejam aprovadas pelo Conselho de Ministros europeu, a cláusula pode perder sua validade dentro de três anos. Atualmente, os trabalhadores podem não adotar a lei caso queiram trabalhar por mais tempo. A mudança também faria com que as horas passadas em plantão começassem a ser contadas como tempo trabalhado na maioria dos casos. Resistência O governo da Grã-Bretanha, que é contra a remoção da cláusula, argumenta que a mudança pode reduzir a competitividade nos negócios. Mas, segundo correspondentes da BBC, as autoridades britânicas esperam formar uma "minoria de resistência" com outros países, e assim evitar a remoção da cláusula. A manutenção da atual legislação também é defendida por hospitais na França, na Alemanha e na Espanha, e por pequenas empresas em todo o bloco. A Diretiva de Jornada de Trabalho foi estabelecida em 1993, e as mudanças foram discutidas como parte de uma revisão que é feita a cada dez anos. |
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