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Itália e EUA divergem sobre morte de agente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos e a Itália afirmaram que não chegaram a uma conclusão comum sobre as circunstâncias da morte de um agente italiano morto no Iraque por tropas americanas. Nicola Calipari foi alvejado por soldados americanos logo após garantir a libertação da jornalista italiana Giuliana Sgrena, seqüestrada por insurgentes. Ambos os lados disseram que, embora concordem sobre vários pontos, não chegaram a um veredicto comum sobre o que teria ocorrido. Militares americanos afirmam que o carro onde Sgrena e Calipari estavam não parou em um posto de controle e avançou em velocidade, ignorando disparos de advertência. Sgrena, entretanto, negou a versão americana e disse que o carro avançava em velocidade normal e que os soldados não avisaram antes de abrir fogo contra o veículo. O agente se jogou por sobre o corpo da jornalista para protegê-la dos disparos e acabou sendo mortalmente ferido. O assassinato comoveu a opinião pública na Itália, que pressionou o premiê Sílvio Berlusconi para a retirarada dos cerca de 3 mil soldados italianos do Iraque. A Itália é um dos maiores aliados do governo americano no Iraque. |
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