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Cerimônia marca fim de presença militar síria no Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma cerimônia no Vale do Bekka marcou nesta terça-feira o fim da presença militar da Síria no Líbano. A cerimônia, realizada em uma base aérea libanesa, contou com a participação dos últimos 200 soldados sírios que continuam no país vizinho, além de contingentes do Exército libanês. Os soldados sírios gritaram slogans em apoio ao presidente Bashar al-Assad, e alguns receberam medalhas. Ao final da cerimônia, marcharam para fora do complexo militar. Atentado A Síria manteve tropas no Líbano durante 29 anos, desde que, em 1976, inverveio na guerra civil que assolava o país. Em seu auge, a presença militar síria em território libanês chegou a 40 mil soldados. Desde fevereiro, quando foi assassinado o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri, a Síria tem estado sob forte pressão para encerrar seu envolvimento no Líbano. Muitos libaneses acreditam que os sírios tiveram alguma participação no atentado, o que o país nega. O chefe do serviço de inteligência militar da Síria no Líbano, general Rustom Ghazaleh, foi visto deixando o país na segunda-feira. Mas ele voltou ao Líbano na terça-feira para participar da cerimônia no Vale do Bekka. |
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