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EUA encerram busca por armas de destruição em massa no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As investigações sobre a destruição de armas de destruição em massa no Iraque "foram tão longe quanto possível", segundo o inspetor-chefe de armas dos Estados Unidos, Charles Duelfer. Duelfer, que é assessor da CIA, disse também não ser provável que essas armas tenham sido transferidas do Iraque para a Síria antes da guerra. "Depois de 18 meses, a investigação sobre armas de destruição em massa e a tomada de depoimentos de presos em conexão com as armas de destruição em massa foram esgotadas", diz ele em um adendo de 92 páginas ao relatório divulgado em outubro pelo Grupo de Pesquisa do Iraque. No relatório do ano passado, Duelfer dissera que não havia estoques de armas químicas ou biológicas e não tinham sido encontradas evidências de produção recente. No entanto, ele disse que Saddam Hussein queria ter retomado os programas de armas de destruição em massa. Risco Duelfer alertou para o fato de que o programa de armas previamente montado pelo Iraque tinha criado uma rede de especialistas que poderiam ser procurados por grupos terroristas. Segundo ele, esse risco é muito pequeno atualmente, mas não deve ser ignorado. "O uso de uma única arma química, ainda que ineficaz, provavelmente causaria mais terror do que explosivos mortais convencionais." Duelfer disse também que, embora sua equipe acredite ser improvável a transferência de armas de destruição em massa para a Síria antes da guerra, "não pode descartar movimentos não registrados de material limitado relacionado a armas de destruição em massa". As alegações dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha de que o Iraque tinha armas de destruição em massa foram uma das principais justificativas para a invasão do Iraque em 2003. |
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