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Fracassa operação para encontrar reféns no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os soldados iraquianos disseram não ter encontrado nenhum refém na cidade de Madain, onde militantes sunitas teriam supostamente seqüestrado mais de cem xiitas. "Fizemos uma busca em casas onde pessoas diziam que estavam os reféns. Não encontramos nada. Não acho que vamos encontrar algum refém. Não há sinais de nenhuma morte", declarou o porta-voz do Exército do Iraque, Mohammed Sabri Latif, de acordo com a agência de notícias France Presse. Ele adicionou, no entanto, que militantes podem ter fugido pelo rio, levando pessoas que podem ter sido seqüestradas. As forças armadas iraquianas não encontraram nenhuma resistência para tomar o controle da cidade. As informações são de que 1,5 mil soldados iraquianos, com o apoio do Exército americano, entraram na cidade de Madain, a cerca de 30 km ao sul de Bagdá. A área é conhecida como um abrigo de bandidos e insurgentes. Um clérigo sunita disse à BBC que as informações de supostos reféns foram "fabricadas" como uma desculpa para invadir Madain. Caroline Hawley, correspondente da BBC em Bagdá, diz que as incertezas quanto ao ocorrido em Madain podem provocar "tensões sectárias" no Iraque. Segundo ela, políticos xiitas estão sendo acusados de exagerar na história com o objetivo de desviar a atenção das suas dificuldades para formar um novo governo. |
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