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Cardeais não falam à imprensa até escolherem papa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os cardeais católicos que se preparam para a escolha do novo papa decidiram não falar à imprensa até que decidam o nome do sucessor de João Paulo 2º. O porta-voz do Vaticano, Joaquim Navarro-Valls, disse que a decisão dos cardeais foi unânime. O conclave terá início no dia 18 de abril. A Basílica de São Pedro reabriu para turistas após o funeral do papa, mas o local onde ele foi enterrado permance fechado. Navarro disse que os cardeais iniciaram um “período de silêncio e orações” no período que antecede o conclave. Encontros diários “Isso não deve ser interpretado como uma esnobação à mídia, mas sim um gesto da maior responsabilidade”, disse ele. A decisão foi tomada depois da divulgação de que existe a preocupação entre os cardeias de que a especulação da imprensa pode influenciar o voto de alguns de seus colegas. O conclave para a escolha do papa deve durar o tempo necessário para que a decisão seja tomada. Antes do encontro, os cardeais vão participar de encontros formais diários. Sem confusão Entretanto, encontros menores, informais, podem ser mais produtivos, diz o correspondente para assuntos religiosos da BBC, Robert Pigott. Quase todos os cardeais foram nomeados por João Paulo 2º. Dois cardeais vão ser eleitos para informar aos seus colegas sobre o estado da Igreja antes do conclave. Por fim, uma fumaça branca deve subir aos céus por cima da Capela Sistina para indicar que uma decisão foi tomada. A fumaça negra significa que outra rodada de votos ainda é necessária. Pela primeira vez, sinos vão ser badalados após uma votação indicar o nome do novo papa, para tirar qualquer dúvida sobre a cor da fumaça. |
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