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Turquia nega pedido de homem que atirou no papa para ir ao funeral | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As autoridades turcas negaram autorização ao homem que atirou no papa João Paulo 2º em 1981, Mehmet Ali Agca, para que ele pudesse comparecer ao funeral do pontífice, no Vaticano. O advogado de Agca, Mustafa Demirag, havia apresentado uma petição nesse sentido, dizendo que o cliente queria "compartilhar da tristeza de todos os católicos". As autoridades não divulgaram mais informações sobre a decisão. Em entrevista à agência de notícias Associated Press, Demirag disse que uma nota com detalhes do porquê seria divulgada nesta quarta-feira. Segundo ele, Agca "não ficará satisfeito, é a primeira vez que solicitou esse direito às autoridades turcas". Melhoras Na quinta-feira, Agca havia emitido uma mensagem ao papa desejando-lhe melhoras e pedindo para que o pontífice declarasse que o fim do mundo está próximo. Ele está cumprindo uma sentença de 17 anos na Turquia por crimes anteriores. A tentativa de assassinato de 1981 causou o primeiro de uma série de problemas de saúde enfrentados por João Paulo 2º. Agca, um ativista turco de extrema direita, disparou várias vezes quando o veículo do papa passava pela Praça São Pedro. Uma bala penetrou o abdome do papa e outra passou perto do seu coração. João Paulo 2º teve que passar por uma séria operação intestinal após o atentado. Independente da presença de Agca, que recebeu o perdão do papa em 1983, o governo da cidade de Roma espera que milhões de pessoas compareçam à cerimônia. |
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