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Espanha defende venda de armas a Venezuela e Colômbia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Espanha rejeitou acusações de que sua decisão de fornecer equipamento militar para Venezuela e Colômbia pode levar a um aumento de tensões entre os dois países latino-americanos. O primeiro-ministro espanhol, José Luís Rodriguez Zapatero, disse que a política de Madri é tratar países vizinhos de maneira igual. Zapatero fez a declaração depois de reunião com o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, na capital colombiana, Bogotá, onde anunciou que a Espanha vai doar ao país três aviões C-212 para transporte de soldados. A Espanha também está analisando a venda de helicópteros para as forças armadas da Colômbia. Recente decisão de vender aviões de reconhecimento e barcos de patrulha para a Venezuela provocou críticas dos Estados Unidos, da Argentina e da oposição espanhola. As autoridades americanas manifestaram preocupação de que acordos como este possam desestabilizar a América do Sul. A Colômbia, por sua vez, disse que não tem objeção à venda de armas da Espanha para a Venezuela. O primeiro-ministro espanhol, José Luís Rodriguez Zapatero, e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, defenderam o negócio na quarta-feira alegando que o equipamento vai ser usado no combate ao narcotráfico. O acordo foi assinado ao final de dois dias de visita de Zapatero à Venezuela, que incluiu participação em reunião de cúpula em Ciudad Guayana. Também estiveram presentes o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. |
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