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Atualizado às: 27 de março, 2005 - 16h45 GMT (13h45 Brasília)
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Japão e França divergem sobre fim de embargo à China
Koizumi (à esq.) julga que fim do embargo prejudica equilíbrio militar
Koizumi (à esq.) julga que fim do embargo prejudica equilíbrio militar
O primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, e o presidente da França, Jacques Chirac, expressaram divergências públicas sobre o plano da União Européia de suspender um embargo de armas à China.

Durante uma entrevista coletiva, Koizumi disse que a medida conta com forte oposição do Japão e causa preocupação no país.

De acordo com o líder japonês, o fim do embargo de armas à China pode desnivelar o equilíbrio militar no leste asiático.

Mas Chirac afirmou que serão dadas garantias relativas à exportação de armamentos pesados e tecnologia militar para a China.

O presidente francês disse que as condições na China mudaram desde que a União Européia impôs o embargo de armas, pouco após a repressão violenta aos protestos na Praça da Paz Celestial, em 1989.

Após o encontro, Junichiro Koizumi afirmou que o Japão não pretende abrir mão de seu projeto de desenvolver o primeiro reator do mundo por fusão nuclear.

A França, por sua vez, também pretende abrigar o reator.

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