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Mulheres fazem topless para protestar contra Charles na Nova Zelândia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Duas mulheres se apresentaram de topless para protestar contra o príncipe Charles, herdeiro do trono da Grã-Bretanha, durante sua visita a Wellington, capital da Nova Zelândia. As duas foram presas e disseram ter feito o protesto porque a visita do príncipe causou atrasos no uso de uma unidade móvel de mamografias. Uma das mulheres escreveu em seu peito nu os dizeres: "Tire sua vergonha colonial de meus seios". A Nova Zelândia foi colônia britânica, e a rainha Elizabeth 2ª ainda é chefe de Estado do país. A demonstração ocorreu um dia depois que a primeira-ministra da Nova Zelândia, Helen Clark, disse ser "inevitável" que o país se torne uma república. Aborígenes As duas manifestantes, Holly Goldman e Hana Plant, disseram que também estavam "com raiva" por causa de relatos de que o príncipe tinha ficado ofendido com a apresentação de dançarinas aborígenes de peito de fora na semana passada em Alice Springs, na Austrália. Clarence House, residência oficial do príncipe e de onde despacham os assessores diretos dele, nega que Charles tenha se sentido insultado pela dança de boas vindas na Austrália. As mulheres detidas, de cerca de 20 anos, foram libertadas sob fiança depois de terem sido indiciadas por comportamento desordeiro. A viagem do príncipe à Nova Zelândia também provocou comentários controversos da primeira-ministra. "Em algum momento, este país, a 12 mil milhas (cerca de 19 mil quilômetros) de distância, vai buscar seu próprio destino", disse ela à BBC depois de se encontrar com Charles. |
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