|
Jornalista italiana é libertada em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A jornalista italiana Giuliana Sgrena, que tinha sido seqüestrada no Iraque, foi libertada nesta sexta-feira, segundo seus empregadores. Sgrena, seqüestrada em 4 de fevereiro, foi solta em Bagdá, de acordo com o jornal Il Manifesto, para quem ela trabalha. O diretor editorial do jornal, Francesco Paterno, disse que o governo italiano o informou da libertação. Um grupo militante pouco conhecido, a Organização do Jihad Islâmico, tinha assumido a responsabilidade pelo seqüestro e exigia que a Itália retirasse suas tropas do Iraque. Experiência Sgrena, de 56 anos, é uma correspondente veterana no Oriente Médio para o jornal. Ela foi seqüestrada quando visitava uma mesquita em Bagdá, onde refugiados tinham acampado desde o ataque dos Estados Unidos a Falluja, em novembro. A jornalista foi mostrada em vídeo, fazendo um apelo por sua vida em italiano e francês. Ela também fez um alerta para que todos os estrangeiros, inclusive jornalistas, se mantenham afastados do Iraque. O jornal esquerdista Il Manifesto se opôs à invasão do Iraque pelas tropas lideradas pelos Estados Unidos. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||