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Legistas encerram em NY identificação de vítimas de 11/9 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Médicos legistas encerraram os trabalhos para identificar os restos mortais de quase metade das pessoas mortas nos ataques contra o World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001. O órgão do governo nova-iorquino que é responsável pela identificação dos corpos de 1.585 das 2.749 vítimas fatais dos atentados. Dos quase 20 mil pedaços de ossos e tecido celular encontrados no local dos ataques, em cerca de 10 mil não foi possível coletar DNA suficiente para fins de identificação. Esses restos mortais serão guardados em um memorial, na esperança de que, no futuro, os avanços da ciência permitam realizar a sua identificação. Golpe O governo nova-iorquino divulgou que vai notificar as famílias das 1.161 vítimas que não puderam ser identificadas. Uma porta-voz disse que o departamento continuaria tendo acesso aos restos mortais, mas que havia esgotado todas as suas alternativas para identificá-las no momento. “Temos esperança de que no futuro, com novas tecnologias, sejamos capazes de identificá-los”, disse Ellen Borakove à agência de notícias France Presse. Uma das mães das vítimas não-identificadas, Sue Roseblum, disse à France Presse que a notícia foi “um golpe”. “É realmente difícil não ter nada”, disse ela. |
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