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Ataques no Iraque deixam pelo menos 19 mortos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 18 pessoas morreram neste sábado em duas explosões de carros-bomba e um juiz foi morto a tiros em mais um dia violento no Iraque. Segundo a polícia iraquiana, um dos carros-bomba explodiu perto de um hospital e de um centro comunitário no vilarejo de Musayyib, cerca de 70 km ao sul de Bagdá, matando 17 pessoas e ferindo outras 25. Musayyib tem uma população composta de muçulmanos xiitas e sunitas. Outro carro-bomba explodiu em Bagdá, matando uma mulher que estava próxima a um comboio do Exército americano. Pouco antes, um juiz foi assassinado na cidade de Basra, no sul do Iraque. Taha al-Amiri estava a caminho do trabalho quando o carro em que viajava foi alvejado por atiradores mascarados. Justiça O motorista de al-Amiri foi gravemente ferido no atentado. O juiz assassinado era o antigo chefe do Tribunal Criminal Supremo, segundo a agência de notícia Associated Press. Correspondentes dizem que o sistema criminal de justiça está encontrando dificuldades de se restabelecer após a queda do ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein. Muitos juízes que serviram sob o regime de Hussein estão retornando a seus postos enquanto novos magistrados são nomeados. Não é a primeira vez que insurgentes atacam juízes no Iraque. Autoridades ligadas ao governo interino apoiado pelos Estados Unidos também estão sendo mortas em atentados. A morte do juiz Taha al-Amiri ocorre dias após o assassinato de um jornalista da emissora de TV Al-Hurra também em Basra. O repórter foi morto junto com o filho de oito anos quando deixava sua casa. A TV Al-Hurra é financiada pelos Estados Unidos. Somente na sexta-feira, mais de 20 pessoas foram assassinadas em dois ataques separados em Bagdá. |
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